terça-feira, 17 de dezembro de 2013

MULHERES...E MINHA DEUSA...


Uma dádiva fazer 46 anos com saúde, corpo e energia de 20 anos.
Quando era mais jovem e assistia a entrevista das mulheres alegando que eram assim por conta da felicidade interna, eu desdenhava...
"Besteira, isso ai é plástica, esteticista, dinheiro".
Hoje eu sei que não é besteira não. Claro que os recursos estéticos ajudam o corpo, mas o que faz REALMENTE A DIFERENÇA é a forma como você trata a si mesma, como você se vê.
E eu realmente gosto de mim, me respeito, me cuido e me trato.
Como direitinho, faço exercícios (não tanto quanto gostaria), não bebo, não fumo, durma o necessário, convivo com pessoas que amo, dou muitaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa risada, NUNCA acordo de mau humor, não engulo sapo (de jeito nenhum), me dou prazeres (carnais e espirituais) e procuro (na medida que o Sistema permite) fazer exatamente o que eu quero.
Então se alguém quer uma receita, o máximo que posso dizer é:
Se abrace...
Se abrace com os dois braços, um abraço apertado, forte, acolhedor.
Se respeite...
Seus limites, seu espaço, seus desejos, seus medos e suas certezas.
Se permita...
Arriscar, testar, fugir, ficar, aceitar, negar, resistir, se entregar, sonhar, conquistar...
Se assuma...
Assuma sua deusa interna sem medo, sem restrições e cultive seu amor próprio com fervor (independente do seu peso, sua altura, sua cor, sua condição social, seu nível intelectual e qualquer impedimento patético)
SE AME...





domingo, 15 de dezembro de 2013

MULHERES E SUAS DEUSAS INTERNAS

TRILOGIA 50 TONS
·         50 tons de cinza
·         50 tons mais escuros
·         50 tons de liberdade
De Erika Leonard James
Publicado em 2011 teve quarenta milhões de cópias vendidas em trinta e sete países. Foi publicado em quarenta e sete línguas e só no Brasil vendeu trinta milhões de cópias em dez semanas.




Acabei de ler os 3 livros e confesso que os devorei em 4 dias, sendo que o primeiro comecei a lê-lo as 16 hs e terminei-o as 3 hs da manhã sem parar.
Diante disso me deparei com mais uma incoerência do “Sistema”... Diante do alcance da trilogia, isso nos leva  a questão de que ele atingiu seu objetivo em cheio – agradar as (os) leitoras (es) e por outro lado enfureceu as feministas que acusaram-no de ser uma apologia a violência, a submissão feminina e todo tipo de retrocesso das nossas conquistas.
Bem... O que vejo é mais uma vez a hipocrisia sobre o sexo.
Fazer sexo anal entre quatro paredes tudo bem, mas publicar num livro que as mulheres gostam, nem pensar!
“Todos” focaram em elementos específicos do texto como o sadomasoquismo, as surras, os brinquedos sexuais e esqueceram-se do contexto geral. A história fala de um homem dominador que muda suas convicções pelo amor de uma mulher que deseja.
E daí eu pergunto: Quem submete quem?
Os três livros são versões picantes dos “clássicos”  livrinhos de bolso Bianca, Sabrina e coisa e tal.
O que deixou mulheres, imprensa, psicólogos e ativistas putas da vida foi terem seus desejos expostos. Por que aqui entre nós, tirando as surras, que mulher não gostaria de ter seu homem enlouquecido de desejo por ela?
Na minha opinião (MINHA), Christian Grey é o objeto de consumo de quase todas as leitoras agora. E isso não tira o direito as nossas conquistas.
Observei com certo prazer a grande quantidade de vezes que a autora colocou nos pensamentos da heroína – Anastácia Steel – seu diálogo com sua deusa interior; que nada mais era do que sua entidade feminina, sua fêmea interna, instintiva, poderosa. Aquela em nós sem reservas, sem pudores ou falsos moralismos. E que maravilha quando encontramos um homem capaz de despertar essa deusa em nós.
Temos que se lembrar de um tempo (não tão distante) onde os homens procuravam as prostitutas para realizarem as fantasias sexuais que não se permitiam com suas esposas. As castas mães de seus rebentos.
Hoje isso não é mais possível, a mulher que dirige seu carro, que paga suas próprias contas, que comandam suas empresas são capazes sim de abrir as pernas para um cara gentil que lhe abra a porta do carro, ou que puxa a cadeira para ela sentar. ISSO NÃO É UMA CONTRADIÇÃO.
Uma coisa é a igualdade social, econômica, política e todos os direitos adquiridos; outra é a nossa essência feminina primordial. E essas coisas não deveriam estar em conflito, e é desse sexo que trata o livro.

O filme será lançado em 2015 e a pedido das leitoras a expectativa é que sejam incluídas as cenas de sexo EXATAMENTE como estão no livro.

Assim espero...


Jamie Dornan o ator escolhido para ser Christian Grey

domingo, 24 de novembro de 2013

MULHERES SINCERAS



CAMPANHA: “NÃO VAMOS MAIS FINGIR O ORGASMO, ELES MERECEM A VERDADE”!

Existem alguns conceitos quanto a esse fato milenar – mulheres que fingem o orgasmo –, e com certeza ele mudou no decorrer dos séculos. Motivos políticos/econômicos para a manutenção dos casamentos reais nos séculos XV, XVI, XVII... Motivos religiosos onde o sexo era apenas aceitável para procriação, sendo irrelevante o prazer... Motivos sociais para a manutenção do controle patriarcal e a base do machismo.
Isso só para começar... Mas e hoje?
Como explicar isso na atualidade, com a mulher moderna, independente; com a liberação sexual, o uso acessível da pílula anticoncepcional e da camisinha?
Para justificar essa atitude, a sociedade moderna criou um conceito mais romântico. A mulher fingi por amor, fingi pelo seu instinto natural, para poupar o homem ou porque é de sua natureza maternal de proteção.
...
Faça-me o favor!
...
A mulher fingi para garantir uma próxima transa, só isso!
Porque se eventualmente o cara foi uma droga na primeira vez, ele pode ser melhor da segunda vez. Sacou!
Quando a mulher foi para cama com esse fulano é porque tinha rolado uma química forte, então ela custa a acreditar que o cara que ela achou uma delícia faça um sexo tão mais ou menos. Fingir portanto, parece lógico para que ela o mantenha interessado o suficiente para que ela possa ter a chance de descobrir se ele é de fato um porcaria na cama.
No caso dos casamentos ou relacionamentos contínuos, o motivo é quase o mesmo, com o diferencial de que ela sabe que ele não é aquela porcaria o tempo todo; porque se for, a idiota é ela.
Por isso a campanha! Já esta mais do que na hora deles saberem a verdade sobre suas performances na hora do ocorrido. Levantar o ego deles é manter uma situação ridícula de comando masculina sobre A NOSSA SEXUALIDADE.
Se mesmo com uma mulher moderna que indica o caminho do seu prazer, dizendo claramente o que gosta e como gosta, eles não conseguem, então merecem a verdade, não é mesmo?
Quando a relação é eventual e a mulher fingi é para garantir o segundo encontro e se ele não liga (talvez por ter certeza de que foi péssimo), fica a raiva por ele não ter sabido por ela que o fato dele não aparecer é quase um alívio.
Por tudo isso, vamos a verdade!
Quando o sexo for fraquinho, quando a pegada for frouxa, quando o orgasmo não chegar nem com reza brava... deixe isso claro para o  garanhão. Deixe seu lado maternal aflorar para dizer delicadamente e amorosamente:
− Meu amor, não rolou!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

MULHERES (E HOMENS) E AS FOFOCAS


Existem níveis de fofoca e com certeza cada ser humano (homem ou mulher) se encaixa em um deles.
·         Fofoca casual.
·         Fofoca intencional inocente.
·         Fofoca intencional proposital.
·         Fofoca patológica.
·         Fofoca destruidora.

Fofoca casual é aquela onde durante um bate papo você cita um acontecimento que houve com alguém ou usa esse fato como exemplo para alguma coisa que aconteceu com você.
Fofoca intencional inocente é quando você fala do outro diretamente para alguém interessado para lhe relatar um fato ou para alertá-la de algo.
Fofoca intencional proposital é quando você fala de uma terceira pessoa com uma intenção específica, como por exemplo, deixar claro que sabe exatamente o que esta acontecendo a sua volta.
Fofoca patológica é quando se fala de todo mundo para todo mundo sem critério ou sentido, apenas por uma necessidade mórbida de fofocar sobre a vida alheia. E se te pedirem segredo, danou-se, porque o segredo já era.
Fofoca destruidora é a pior. Aqui a pessoa conta coisas que ouviu a sua maneira para que através do seu relato o outro tenha problemas. Tem prazer em espalhar maledicências, de falar mal do outro. E nunca suas fofocas são meramente relato de fatos ocorridos.

É claro que não sou especialista neste assunto, só estou descrevendo com minhas palavras o que observo na atitude das pessoas ao meu redor. E possivelmente existem outra dezena de tipos de fofoqueiros por ai afora. Mas uma coisa é verdade: o fofoqueiro passa seu tempo falando da vida alheia por que não tem o que dizer da sua própria vida.
Neste sentido, TODOS NÓS somos fofoqueiros em algum nível e isso em si não é um problema. O problema e identificar onde o seu prazer em fazer fofoca se encaixa, por que uma coisa eu digo (e já presenciei), aquele que se encaixa na "patológica" e na "destruidora" um dia sofrerá com o inverso, ou seja, HOJE VOCÊ FALA DE ALGUÉM, AMANHÃ ALGUÉM FALA DE VOCÊ.



segunda-feira, 11 de novembro de 2013

MULHERES QUE GOSTAM DE HOMENS


Omar Borkan
(Deus árabe)

Com todo respeito quero contar e compartilhar uma experiência...
Por sorte e felicidade meu rol de amigos é complexo e para minha alegria entre eles encontra-se um pequeno grupo de mulçumanos.
São pessoas festivas, amáveis, que ao te aceitarem na sua comunidade te recebem de braços abertos. Eles costumam se reunir nas mesquitas ou em clubes para confraternizar, dançar, comer e por várias vezes compareci a esses eventos. Em geral há músicos que tocam ao vivo e cantam as canções em árabe e as pessoas dançam... Mas há uma dança em especial – o Dabke – sobre quero contar.
É uma dança folclórica que apesar de ser originalmente masculina, pode ser vista sendo dançada por toda a família. Dançada em grupo, com as pessoas de mãos dadas formando uma roda ou uma meia-lua. Não há movimentos de braços e ou de quadril. A movimentação se restringe aos pés, que realizam uma variedade de batidas e passos no chão. A música é alegre, e quase sempre acompanhada de derbak e da flauta Mijwiz.
Comumente vê-se este tipo de celebração no Brasil por ocasião de encontros de árabes em bares, restaurantes ou festas. Por ser uma dança de fácil execução, é possível aprendê-la durante uma festa.
Mas muito mais do que isso, a dança é uma emanação da mais pura testosterona; onde homens másculos, viris, dançam de maneira vibrante, sexual, sensual, forte... para mim é quase uma dança primitiva, no sentido instintivo.
Em uma dessas festas, como em várias outras, em determinado momento todos começaram a formar a roda para dançar o Dabke e os homens ficaram no ínicio para puxá-la. Talvez fosse eu, ou  talvez fossem eles mas o grupo de homens emanou tanto sensualidade e de maneira tão espontânea e natural que a excitação foi inevitável.
Através da visão, da audição, do tato (já que seu corpo vibra com o ritmo) é como se seu sentido de feminino se intensificasse diante do grande erotismo dos movimentos masculinos.
É isso que eu chamo de sexualidade primitiva; nós podemos tentar controlar de todas as formas, mas ela está lá, latente em nosso ser. 
A dança, em si, tem esse sentido?... Não!... Eu a senti assim!


DELÍCIAAAAAAAAAAAAAA
 



Vejam esse vídeo para conhecer a dança em questão:


domingo, 10 de novembro de 2013

MULHERES QUE GOSTAM DE HOMENS


Como já ficou claro, eu gosto de homem. Não de todos é claro, mas de um tipo específico... Mas daí já é gosto pessoal. De maneira geral falo da espécie masculina...
Falo da virilidade, da masculinidade, da “testosterona”...
Primordialmente as espécies se acasalavam por instinto, e a fêmea escolhia o macho levando em conta a tal teoria do mais forte, do mais apto, daquele que poderia gerar filhos mais resistentes e fortes; mas a evolução tirou isso de nós. Trocamos o instinto pelo afeto. Até ai tudo bem, se isso não tivesse nos tirado o prazer!
Quem ainda prefere TROCAR sexo por amor tem todo o direito! Mas vamos combinar que são coisas distintas.
Sexo é sexo. E amor é amor. Ou se quisermos ser irônicos: sexo ainda é sexo, mas amor nem sempre é amor.
O tesão antecede o afeto; você não casa ou vai pra cama só por amor, mesmo que pense que sim. Seu instinto adormecido, amortecido, ainda esta ai dizendo que você quer aquele cara sexualmente.
Se perdemos a força dos nossos instintos – tato, olfato, audição, paladar – na hora do sexo (deixei a visão fora porque me parece que foi o único que sobreviveu á evolução), isso se deu graças a muitos fatores sociais, religiosos e até econômicos.
Para a manutenção da família foi jogado sobre nós, mulheres, DEVERES matrimoniais que excluiu completamente nossos DIREITOS a sexualidade.
Quanto aos sentidos: além de podermos ver; podemos sentir o gosto do suor do outro; sentir a textura da pele com ou sem pelos; ouvir a pulsação; a respiração; sentir o cheiro do tesão fluindo dos poros. Desejar com todos os sentidos.
Particularmente prefiro os morenos, altos (pelo menos mais altos do que eu) com pelos no peito – ADORO –, com aquele sorriso safado de quem esta te convidando para alguma sacanagem sem dizer uma única palavra.

Como Josh Holloway por exemplo



sábado, 2 de novembro de 2013

MULHERES MÁGICAS - SIGNOS



A astrologia é muito mais do que ler sobre seu signo no jornal diário.
Primeiro por que existem milhares de pessoas de sagitário, áries, peixes e todos os outros signos no planeta e acreditar que aquela mensagem serve para todos de maneira uniforme é meio idiota!
Segundo por que a astrologia é uma pseudociência, com a qual as posições relativas dos planetas podem, prover informação sobre a personalidade, as relações humanas, e outros assuntos. É, como tal, uma atividade divinatória, mas também pode ser usada como ferramenta para definição das personalidades humanas. Jung em seus estudos chamava a este conceito de sincronicidade.
A palavra "astrologia" vem do grego astron, "astros", "estrelas", "corpos celestes", e logos, "palavra", "estudo", ou seja, o Estudo das estrelas.
Fazer um mapa astral é antes de tudo um emarranhado de cálculos, somas e números que levam em conta sua data, local e hora exata de nascimento.
Cada mapa contém 12 casas e cada uma delas atua sobre uma área da sua vida.
Casa 1: o Eu (sua auto imagem física e emocional) - Signo Solar ou signo ascendente.
Casa 2: as posses.
Casa 3: a comunicação (sua com os outros e dos outros com você).
Casa 4: o lar (relação com familiares).
Casa 5: o prazer e o amor.
Casa 6: o trabalho e a saúde.
Casa 7: o casamento.
Casa 8: o Eu insconciente.
Casa 9: a espiritualidade.
Casa 10: o status social (o sucesso).
Casa 11: o convívio com os outros (relações humanas).
Casa 12: o Carma (o por que da reencarnação).
Parece muito complexo, mas é como um roteiro da sua vida. Um roteiro que você mesmo escolheu quando resolveu voltar em dia e hora específicos.

Então vejamos por exemplo um caso hipotético:

Você é de Virgem e seu ascendente é Sagitário; na casa 2 você possui o signo de Áries e na casa 6 reina o signo de Touro; bem só isso já gera uma confusão.
Seu signo de nascimento - Virgem - é uma signo cujas características são a organização, a disciplina e a ordem e que vai sofrer com o ascendente Sagitariano que é oposto a tudo isso, por que traz a liberdade absoluta, a ausência de regras e a busca pela aventura. Ou seja, um conflito permanente entre o que se quer fazer e o que de fato se faz. Já Áries na casa das posses faz de você uma compradora compulsiva e imagine a briga que isso traz para o organizado Virgem em conflito com o largado Sagitariano; mas para te salvar surge o Touro na casa do trabalho que vai correr atrás do "prejuízo" para poder manter o luxo do Ariano e a ordem do Virginiano, por que trabalhar incansávelmente é com ele mesmo.
Esse pequeno exemplo revela que o estudo do mapa é bem mais relevante do que algumas pessoas acham, é quase como uma sessão de terapia.
Dá pra entender um monte de coisas que sempre fizemos e tentar modificar as atitudes ruins a partir do entendimento de nossas fraquezas.